19.4.12

Só os tolos


Novos começos. Encruzilhadas repetidas e erros retomados. A elegância sumiu-se e a monotonia faz-se presente. Os teus olhos já não enchem os meus. Foi uma fuga e asilo no passado, do qual conhecemos melhor. O passado é o encanto para quem teme do futuro e assim prefere a casa que já foi sua. Entra e desdém à primeira, mas à segunda já reconhece o cheiro, o toque e a audácia dos beijos. Não se retrai mais. Não ali nem naquele momento. Mas o arrependimento só o sentimento intrínseco o ditará. Isso é para os loucos. E sim eu sou. Só os tolos cometem o mesmo erro duas vezes e de olhos fechados.

18.4.12

Quem não pede?

Estive sobre o teu olhar, na intensidade dos teus lábios e na exclusividade quente da tua pele. Não sei o que aconteceu, a consciência apagou-se e deixou-se molhar pela chuva. Implorei, pedi e rezei por nós. Quem não pede ao divino para eternizar um beijo? E para que as dúvidas sejam as respostas?