28.1.11

Erro

01:34 da manhã de batimentos pela noite dentro. Mil e uma ocasiões pela cabeça a dentro. Então, afinal porque é que por mais que saiba bem cometer o erro  é tão desgastante este arrependimento? Deixo a resposta para a minha consciência e que espero que dê conta do recado. Para mim bem basta amar-te em segredo.

18.1.11

Poderia


Podia ter sido a tarde que ambos precisávamos. O frio do entardecer e as recordações. Um cigarro, uma memória e uma inspiração. Um riso e a subtileza de que tu falas. Poderia ser um equívoco, uma força do acaso e um beijo. Se lamento alguma coisa, foi ter imaginado tudo isto.

15.1.11

Loucura

Apetece-me fazer a maior loucura da vida. Porque não? Pegar no perigo espetá-lo nas veias e alimentar-me de adrenalina.

10.1.11

Aos bocadinhos

Pior que a morte tirar-nos algo que amamos é esse algo partir por livre vontade. A morte não te tirou a tua vida, mas a mim a tua partida saboreia-se a morte. O vazio do teu amor é o absoluto nada, e para mim, já não te sentir aqui bem de perto é sentir o corpo enregelar, o frio de morte. 
Nós, mulheres, somos de uma atmosfera mental muito complexa, pior que a álgebra e a química juntas entrelaçadas numa bola de lã. Conseguimos sempre dramatizar os sentimentos, e porquê? Porque o amor é a felicidade e com a ausência dela morre-se, aos bocadinhos.